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Pandemônia · Álvaro Faleiros · João Marcondes · Leonardo Fróes

No dia 25 de maio de 2020, Leonardo Froés publica no site da revista Quatro Cinco Um o poema A pandemônia. Inspirado pelo modo vertiginoso com que passeia pela cidade deserta e por seus espaços de morte e vida, ecoando as dinâmicas sociais que ali se jogam e sobre as quais reflete, traduzi-o em paisagem sonora, com o intuito de fazê-lo ecoar, inventando para ele ainda um ostinato no violão. O músico e arranjador João Marcondes aceitou o desafio e, a partir do poema declamantado ali, e das vozes que sobrepus, refez o violão, ao qual somou guitarra, baixo, sopros percussões e efeitos. Tudo mixado por ele a partir de nossas conversas e impressões. O todo foi então compartilhado com o poeta, designer gráfico e produtor de mídia André Vallias, que, a partir de imagens extraídas do noticiário da pandemia e algumas outras, tornou a paisagem visível, criando ainda um diagrama em que a voz é representada por ondulações e o fundo musical por uma linha pontilhada que vai gradativamente aumentando de altura.

(Álvaro Faleiros)

ARTELETRA
EM TRÂNSITO

Artistas e Curadores: Álvaro Faleiros e Fernando Vilela
Curadoria Educativa: Stela Barbieri

Projeto Gráfico e Projeto Expográfico: Fernando Vilela

Produção Executiva: Agência de Ideias/ Tânia Oda
Produção de Arte: ARTEBR e Bináh Espaço de Arte / Carina Tiyoda

Produção Gráfica: Conta Fio / Aldir Mendes e Marcelo Souza

Iluminação: Fernanda Carvalho
Mobiliário: Refúgio Design

Montagem: André Azevedo e Federico Gomes

Vídeo: Diego Denardi

Textos: Viviana Bosi, Sophie Van Der Linden, Augusto Massi,
Álvaro Faleiros, Fernando Vilela

Revisão: Potira Cunha

Produção: Agência de Ideias
Produção artística: Bináh Espaço de Arte e ARTEBR

A exposição Arteletra em Trânsito parte das relações e experiências entre poesia e imagem, fruto da parceria entre o poeta Álvaro Faleiros e o artista e ilustrador Fernando Vilela.

A mostra é formada por 93 trabalhos produzidos nos últimos 20 anos, agrupados em séries, além de obras inéditas. São conjuntos de gravuras, pinturas, desenhos, esboços, processos, estudos e poemas dos livros Caracol de Nós, À Flor do Mal, Meio Mundo, Achando a Chave, Invento no Vento (inédito), O Voo de Vadinho e O Sapoeta.

Apresentando imagens nunca antes expostas, pensadas para um público de todas as idades, essa exposição possibilita uma experiência instigante de imersão no universo da poesia e das artes visuais.

A mostra ocupou as quatro salas da Casa das Rosas, integrante da Rede de Museus-Casas Literários da Secretaria da Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, gerenciada pela Poiesis.

Panamérica Canção

com Álvaro Faleiros

Projeto vencedor do Edital USP para a realização de treze espetáculos pelo Estado de São Paulo e no Canadá.

O Projeto ‘Panamérica Canção’ é um show, vencedor de edital da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão da USP, que reúne os cantores e compositores Beth Amin e Álvaro Faleiros. A primeira apresentação aconteceu em fevereiro no Teatro Carleton University, em Ottawa, no Canadá e em Montréal. Seguiram-se dez shows pelos estado de São Paulo, em espaços como o Tom Jazz. No repertório de Beth Amin, músicas como Eu (Beth Amin e Florbela Espanca), Curruíra (Beth Amim e Jean Garfunkel), Não quero mais (Beth Amin) e canções escritas em parceria com Álvaro Faleiros, como "Lua descalça" e "Dia de seca e temporal", entre outras. Álvaro apresenta suas parcerias com Nande Mirati (Por Nós), Mr. Nogara (Passo) e Alice Ruiz e Mônica Freire (Quem é o quê) e composições que fizeram juntos.

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O Francês no Brasil
Em Todos os Sentidos

A exposição realizada entre 12 de maio e 11 de outubro de 2009, no Museu da Língua Portuguesa, na Estação da Luz, em São Paulo, foi possível a partir de uma parceria entre o governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura e do Museu da Língua Portuguesa com o governo da França.

França-Brasil: esse diálogo começou cedo. Mal descoberta a terra, armadores bretões e normandos se voltaram para o tráfico de pau-de-tinta, estabelecendo um contato amistoso com os índios que habitavam a costa brasileira.

Poucos anos mais tarde, na Baía da Guanabara, era criada a França Antártica. Depois, no Maranhão, em torno do Fort Saint-Louis – origem da capital maranhense –, a França Equinocial. Experiências brevíssimas, é verdade, que contrastam com a duradoura influência francesa em nosso país, mas que fazem parte da História.

No intercâmbio que nossas nações estabeleceram, ao longo dos séculos, cabe, desde logo, um registro particular: o texto “Colóquio de Entrada ou Chegada ao Brasil, entre a Gente do País Chamada Tupinambá e Tupiniquim, em Linguagem Brasílica e Francesa”, capítulo da obra Viagem à Terra do Brasil, de Jean de Léry.

Essa conversação bilíngue entre um francês e um indígena brasileiro apresenta diversos problemas, hoje identificados pelos especialistas.

Ainda assim, possui muitos méritos, entre eles o seu pioneirismo, uma vez que o trabalho foi publicado em 1578 – dezessete anos, portanto, antes da famosa gramática da língua tupi, de autoria do padre José de Anchieta.

No trânsito de palavras, uma coisa é certa: a expressiva vantagem dos brasileiros sobre os franceses. Vantagem porque, juntamente com o enorme número de vocábulos daquele idioma incorporado à nossa língua, foram agregados também ideias, hábitos e até, num certo sentido, a visão do mundo que eles traduzem, pois as palavras nunca chegam sozinhas.

Comemorando o Ano da França no Brasil, o Museu da Língua Portuguesa exibe a exposição O Francês no Brasil em Todos os Sentidos. Busca, assim, evidenciar essa trajetória de mais de cinco séculos no plano que lhe é específico: o da linguagem. Para tanto, utiliza alguns dos recursos que o transformaram no museu mais visitado do País: a cenografia, o dinamismo, a interatividade.

Mostra, desta forma, a importante contribuição francesa não só na constituição do falar dos brasileiros, mas também na formação da nossa identidade.

Aos que já têm familiaridade com o idioma francês, a exposição propiciará um feliz reencontro.

Já para quem não a possui, ela trará a surpresa da descoberta e o desejo de desvendá-la, até mesmo para conhecer ainda mais a nossa língua portuguesa.

Por tudo isso, é muito bem-vinda a parceria entre o governo do Estado, por meio da Secretaria da Cultura e do Museu da Língua Portuguesa, e o governo da França, por intermédio do seu Consulado Geral em São Paulo, que, com o apoio da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, possibilitou esta interessantíssima exposição.

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Tô que é só
Sentimento

Música de Beth Amin
Letra de Álvaro Faleiros
Animação de Rafel Pah

A música "Tô que é só sentimento" é um tributo ao grande musicólogo e jornalista Zuza Homem de Mello.

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Felicidade pode ser

A música de
Beth Amin

e a poesia de

Álvaro Faleiros

encontram os

acordes do violonista 
Camillo Carrara

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